sábado, 26 de janeiro de 2013

capitulo 1


     Mundo encantado


Davi Salder um garoto diferente





Capitulo I
Como eu sou?

    Oi o meu nome e Davi Salder o que eu sou?
Bom nen eu mesmo sei muito bem!
   Talvez seja um vampiro, uma aberração ou quem sabe até mesmo ate um garoto normal.
Quem me dera ser normal, como qualquer garoto, poder ter uma vida normalmente ter amigos, ir à escola.
               Eu tenho 14 anos, e agora acho que vivo em paz, pelo menos é oque eu acho.
               E para você intender do que eu estou falando, vou contar um pouco da minha historia começando pelo meu nascimento, que pelo incrível que pareça eu posso me lembrar perfeitamente como se fosse a cinco minutos atrás, normal? Acho que não, mas enfim lembro-me de minha mãe Jessica, um mulher linda dos cabelos meio loiros, olhos cor de verde. Ate onde eu lembro ela estava em um carro junto com o meu pai, Davi Salder, ele estava muito nervoso correndo muito com o carro, pois a minha estava passando muito mal, pois ela estava gravida de mim, e era uma gravides de risco.
               Quando chegaram ao hospital acho que minha mãe não estava mais ali talvez houvesse partido quem sabe a um lugar melhor? Coisa que acho que nunca vou saber.
               Minha mãe ali naquela cama sem forças ate para respirar, tendo varias complicações, os médicos tentavam reanimá-la, mas nada poderia ser feito. E eu que estava apenas com seis meses ainda permanecia vivo e forte dentro do ventre de minha mãe, os médicos pensando já até em não ter mais salvação resolveram fazer uma cirurgia de ultima hora para tentar me remover com vida.
               E como estava falando minha mãe não aguentou e acabou falecendo no hospital, e essa é a ultima lembrança que tenho dela. Eu como tinha nascido prematuro e estava muito frágil, tive que ficar Ainda dois meses em observação no hospital. As vezes o meus pai vinha me visitar, mas quem sempre ficava me fazendo companhia era a minha avó paterna Elizabete Salder.
               Depois dos dois meses que tive que esperar no hospital, a minha avó veio me buscar e me levou para a casa dela, minha avó morava sozinha, pois tinha perdido contato com a família dela, quando se casou com o meu falecido avo Domenic Salder, pois ela se mudou do interior para uma cidade grande com ele, e ela só tinha tido um filho que era o meu pai, Marcos, o meu pai quase nunca vinha me ver, mas quando ele vinha eu sentia que ele me amava, a ultima vez que ele veio me visitar foi quando eu tinha dois anos, me lembro perfeitamente, eu estava na sala assistindo televisão quando ele entrou com muita pressa, falou com a minha avó e depois me pegou no colo e falou que me amava muito, depois disso saiu , parecia muito nervoso e transtornado, e essa foi a ultima vez que eu o vi, a minha avó era pai mãe, tio e tia para mim, era a pessoa que eu mais amava.
               Após alguns anos...
              
               Agora eu que já estava com cinco anos, havia sido criado com uma ótima educação pela minha avó, me ensinou a como tratar bem as pessoas, a regras de etiqueta etc. Eu sempre fui meio tímido, nem sempre tinha muito contato com outras crianças da minha idade, minha avó me matriculou em uma escolinha, ela me falava que eu precisava, conhecer crianças da minha idade, fazer amizades, brincar e fazer coisas de crianças, acho que ela tinha muito medo de eu me tornar uma criança depressiva, por na minha idade já ter passado com tudo o que eu tinha passado. No primeiro dia de escola, a minha avó me levou, me deixou na sala onde eu ia estudar, mas eu não consegui me adaptar as crianças, eu não sei porque mais eu não conseguia fazer amizades e brincar com elas com uma criança normal.
               Na hora das recreações ficava sentado calado sozinho no meu canto, alguns garotos tentavam conversar comigo mais eu não conseguia me relacionar, talvez por eu sempre ser sozinho, a secretaria da escola chamou a minha avó e contou tudo o que estava acontecendo comigo, minha avó pensou que fosse a hora de me colocar em um psicólogo. Depois de ter feito algumas consultas com psicólogo, a psicóloga disse que era por eu ter sido criado meio isolado, mas que era fase e depois de uns tempos começaria a se comunicar e ser igual as outras crianças.

continuação na próxima postagem